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terça-feira, 26 de maio de 2015

O ódio dos muçulmanos contra o Dia dos Namorados (Valentine's Day)


Muçulmanos ortodoxos odeiam o Dia dos Namorados. É muito importante ter em mente que  isto acontece porque Maomé ordenou os muçulmanos a não imitar os não-muçulmanos.
Mas, se os muçulmanos seguem meticulosamente os ensinamentos de seu profeta em relação a este assunto aparentemente trivial, isso não indica que eles provavelmente também seguirão os ensinamentos de seu profeta acerca de outros assuntos mais problemáticos, como enganar, subjugar, e saquear infiéis, tudo em nome da "jihad"?
No Canadá e nos EUA (bem como em muitos outros países) o dia 14 de fevereiro é uma espécia de dia dos namorados. Bem, na verdade é mais do que isso, pois se celebra a amizade de um modo geral. Seria então uma espécie de dia dos namoradas e dia da amizade, onde se expressa a amizade (ou o amor dependendo do caso) a membros da sua família, ao conjuge, a amigos, ao namorado, etc. Não existem festas ou celebrações, mas apenas atitudes expontâneas. 

Ele é chamado de Valentine's Day.

No Brasil este dia passa desapercebido para a maioria (e também, temos o dia do namorado em 12 de junho). Não nos afeta que existam celebrações em outros países para este motivo, ou para qualquer outro.

Existe gente que não gosta ou que não está nem aí, e a data passa ao largo. Vida que segue. Existem coisas mais importantes para serem feitas. Ninguém vai se sentir ofendido pelo fato que outros estejam celebrando em outras partes do mundo, ou mesmo se exista alguém que celebre o Valentine's Day no Brasil. 

Somos crescidos, educados e pluralistas. 

Porém, os muçulmanos ortodoxos odeiam o Dia dos Namorados. Mas, o que é pior é que eles, como todo grupo supremacista, querem impor isso nos outros. Não basta ignorar ou denegrir o Dia dos Namorados. Eles querem te obrigar a fazer o mesmo. E tendem a ser tornarem agressivos quando os outros não fazem o que eles querem.

E porque isso? 
  • O Dia dos Namorados não está no Alcorão. Deste modo, celebrá-lo é considerado como uma inovação (bida) que não tem respaldo religioso. 
  • Maomé disse que os muçulmanos não devem imitar os não-muçulmanos.
  • Clérigos islâmicos dizem que o Dia dos Namorados estimula o contato entre homens e mulheres, o que pode provocar o crime da "proximidade", o crime de estar sozinho com um membro do sexo oposto que não seja o cônjuge ou parente próximo. 
  • Dar de presente cartões, ou chocolate em forma de coração, vai te mandar para o inferno.

E estas reações acontecem não apenas em países onde existe uma maioria significante de muçulmanos, mas começa a existir também em outros países (na Europa, nos EUA, etc., e daqui a pouquinho no Brasil também) com a crescente islamização. É a cultura islâmica se impondo sobre as minorias, e colonizando novos territórios. 

Clérigos muçulmanos ao redor do mundo usaram os sermões da sexta-feira para pregarem contra o Dia dos Namorados. No Uzbequistão (uma antiga república soviética) várias universidades pediram aos alunos para assinarem contratos afirmando que não iriam comemorar a data (Radio Free Europe). 

"O evento é anti-islâmico e os muçulmanos não estão autorizados a celebrar o dia, porque no islão a data não tem importância", Mohd Akram Wani aluno do Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos Srinagar disse. Ele disse que o que está escrito no Alcorão não pode ser alterado. "Para um muçulmano nada é importante a não ser que seja mencionado no Alcorão Sagradoe na Suna (Hadith), o guia real para um muçulmano". 

"Devemos seguir os passos do Profeta Maomé, pois não há lugar para a cultura ocidental em uma sociedade [islâmica], disse Shabir Ahmad, um estudioso religioso." (onislam)

Muhammad al-Arifi, o clérigo muçulmano que pediu aos muçulmanos para "cortar os braços e as pernas (de infiéis) para mostrarem o seu amor por Alá," chamou o Dia dos Namorados de "imoral" (Al Arabiya).


Em Srinagar, no Cashemir (Índia), um grupo "feminsta islâmico" (composto por mulheres que querem a lei islâmica) chamado de Dukhtaran-e-Millat (que deseja que escolas e faculdades fechem) saiu de loja em loja, como uma "polícia da virtude," para proibir a venda de cartões pelo comércio local (Evening Mail).  

Na Arábia Saudita, o "Dia dos Namorados foi proibido pela polícia religiosa (Mutawa), mesmo considerando o contingente de expatriados que lá trabalham (The Journal). A "Comissãopara a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício" vigiou as lojas que vendem chocolates, flores e lembranças, para alertar os proprietários contra a venda de qualquer coisa vermelha ou em forma de coração ligada à "celebração infiel" do amor. Eles prendem as mulheres vestindo vermelho naquele dia e prendem comerciantes que vendem qualquer item que seja vermelho 

A Google, que exibiu um coração em forma de abóbora na sua página de busca, manteve a sua página sem qualquer decoração na Arábia Saudita para agradar o governo saudita. 

Os déspotas iranianos, por sua vez, de forma consistente tentam se certificar que os sauditas não irão superá-los. No Dia dos Namorados, a "polícia da moralidade" do Irãconsistentemente pede às lojas para removerem decorações em forma de coração e flores, e reprimem imagens e cartões relativos à data.

Na Indonésia e na Malásia, autoridades tornaram claro que celebrar o Dia dos Namorados é contra o islão e ordens de restrição foram emitidas contra a data (Jakarta Post; Al Jazeera).

Haya Day (Dia do Recato), criado para contrabalançar o Dia dos Namorados

No Paquistão, o Dia dos Namorados está se tornando popular entre estudantes, que trocam cartões e chocolate. Porém, em Peshawar, estudantes muçulmanos devotos atiraram pedras nos outros alunos por comemorarem o Dia dos Namorados, e, quando confrontados pela polícia, sacaram suas armas e feriram 13. Além disso, eles tacaram fogo em hospedagem para jovens (AFP). 

No Egito, um popular pregador salafista, o xeque Abu Ishaq al-Huwaini, disse que a celebração do Dia dos Namorados está "proibida de acordo com a Sharia" (jihadwatch).


Qual a implicação deste comportamento para nós? 

Você pode estar se perguntando: e eu com isso? 

A resposta é dada por Raymond Ibrahim (jihadwatch):
Aqui chegamos ao cerne da questão: o problema não é que muitos muçulmanos sejam avessos ao Dia dos Namorados, afinal muitos não-muçulmanos também são, mas sim o motivo que os levar a ser contra: porque Maomé ordenou os muçulmanos a não imitar os não-muçulmanos.

Mas, se os muçulmanos seguem meticulosamente os ensinamentos de seu profeta em relação a este assunto aparentemente trivial, isso não indica que eles provavelmentetambém seguirão os ensinamentos de seu profeta acerca de outros assuntos mais problemáticas, como enganar, subjugar, e saquear infiéis, tudo em nome da "jihad"?

Mais uma vez, então, nós ligamos os pontos e perguntamos: não seria lógico supor que aqueles muçulmanos que exteriormente procuram ser diferentes dos não-muçulmanos, simplesmente porque Maomé disse-lhes para serem diferentes, irão seguir os seus mandamentos mais problemáticos, especificamente aqueles que lidammenos com as aparências e muito mais com intenções?
O islão mata o amor individual

Como diz Jaime Glazov (FrontPage): 
A questão central na base deste fenômeno é que o islão rejeita a noção de amor privado, uma entidade não-tangível e divina que atrai as pessoas para as outras, e portanto, as distrai de submeterem-se a uma divindade secular.
O maior objetivo do islão é claro: quebrar a intimidade sagrada que um homem e uma mulher podem compartilhar uns com os outros, de modo a que tal obrigação seja inacessível para a ordem. A História, portanto, demonstra como o islão empreende uma guerra feroz contra qualquer tipo de amor privado e não regulamentado. No islão, a realidade é sintetizada em suas estruturas monstruosas de um apartheid de gênero e o terror que o sustenta. De fato, a sexualidade feminina e a liberdade são demonizadas e, portanto, o uso forçado de véus, casamentos forçados, a mutilação da genitália feminina, crimes de honra, e outras monstruosidades misóginas,tornaram-se peças obrigatórias do paradigma sádico.
A maior expressão desta morte do amor individual é o mandato fundamentalista do islão para que homens e mulheres se cubram com roupas sem forma. O "uniforme" coletivo simboliza a submissão a uma entidade superior e frustra a expressão individual, a atração física mútua, a conexão privada, e o carinho, dentro de uma forma depuritanismo totalitário.
O islão mata o amor individual. 


 Homens e mulheres juntos é uma atitude anti-islâmica

Manifestantes Islâmicos SE OPÕEM ao PERDÃO de Ásia Bibi


Como eu já havia dito antes, a nossa irmã em Cristo ainda esta em perigo, ela não estará salva ate a sua chegada ao Brasil. No Paquistão, a INOCÊNCIA de alguém NÃO IMPORTA. Asia Bibi tera que ser executada a qualquer custo, a menos, que ela seja salva do Paquistão.
Vou resumir a noticia do Associated Press e dar minha opinião sobre o caso.
O Presidente Paquistanês, não ira perdoar Ásia Bibi imediatamente por ter insultado o Islam. Ele pediu que o caso seja revisto e ele poderá perdoa-la, SOMENTE se o caso for demorar muito. Ela já esta na cadeia por UM ANO E MEIO e ainda eles querem mante-la por la mais tempo? O governo do Paquistão tem suas mãos sujas de sangue.
Logicamente o presidente do Paquistão esta com medo da revolta do povo e com medo da pressão internacional. Voce sabe, estes muçulmanos devotos querem ver a cabeça da Ásia Bibi rolar, ou vê-la pendurada em uma forca, não hesitarão em MATAR por Allah.
Um grupo de 250 Muçulmanos “linha dura” (fieis seguidores do modelo de vida que Maomé estabeleceu), promoveram um protesto na cidade de Lahore, alertaram comAMEAÇAS ao presidente para não perdoar a mulher. O crime supostamente cometido, parece não ter perdão.
Estes manifestantes, “cheios de amor e compaixão”, também ameaçaram o presidente para não tentar MUDAR A LEI DA BLASFÊMIA. Qualquer um que tente promover a mudança desta lei BURRA e RETROGRADA é ameaçado de morte no Paquistão.
Estes grupos sao PODEROSOS o suficiente e tem muita influencia na população do Paquistão. Com razão o presidente e os políticos em geral tem medo deles.
A frase que os manifestantes cantavam durante os protestos era: “Nos estamos prontos para sacrificar as nossas vidas pelo Profeta Maomé”. O problema não esta em morrer por uma causa, o problema esta em MATAR por uma causa.
O protesto foi organizado por um grupo SUNITA chamado “Movimento de Proteção a HONRA DO PROFETA”. Convenhamos, que um movimento como este, já é uma clara indicação que algo esta errado com a HONRA DE MAOMÉ.
Ele é acusado de: pedofilia, de promover prostituição legalizada (Muta), de promover violência domestica, de fingir ser profeta, de crimes contra a humanidade, de enriquecimento ilícito, de criar leis que beneficiam a si mesmo, de assassinatos e de promover ódio e guerras contra os seus inimigos, de ter tido um caso amoroso com uma escrava Copta chamada Maria, etc. As acusações contra a honra de Maomé são tantas que encheriam bibliotecas inteiras. Tudo esta registrado na vasta literatura Islâmica.
Será que existe alguma organização como esta para defender a Honra de Jesus também? Claro que não. Jesus não precisa de ninguém defender a sua honra porque ele não deve nada para ninguém. Ele foi o único ser humano que NUNCA PECOU.
Um outro aspecto deste GRAVE assunto é o fato de alguns Brasileiros convertidos ao Islam de quererem IMPLANTAR A LEI ISLÂMICA no Brasil. Estes indivíduos devem ser confrontados em todos os níveis, político, criminoso e religioso. Fazer apologia ao crime no Brasil, ainda é crime.
Infelizmente, a ignorância dos nossos políticos é tão grande no tocante ao Islam que o Presidente LULA teve a coragem de dizer que ele RESPEITA as leis retrogradas do Irã. Ele disse:
"Eu tenho que respeitar a lei de um país, mas se vale minha amizade e o carinho que tenho pelo presidente do Irã (Mahmoud Ahmadinejad) e pelo povo iraniano, se esta mulher está causando incômodo, nós a receberíamos no Brasil",
Se pelo menos ele tivesse se calado, seria mais sábio. Presidente Lula e agora DILMA, a sua amizade a este pais corrupto, não ira mudar as LEIS ISLÂMICAS. Quem voce pensa que é? Estas leis, são consideram como sendo SUPERIORES do que as nossas, pois elas foram dadas por Allah.
Como pode algum RESPEITAR estas leis? Que tipo de critério voce esta usando para dizer que as leis Islâmicas sao igualmente validas e devem ser respeitadas?
Um Cristão, homem corajoso chamado Shahbaz Bhatti que é Ministro dos Assuntos da MINORIA, luta pela abolição desta lei burra e estúpida. Ele disse:
“Eu estou com medo das ameaças, mas eu estou pronto para sacrificar tudo por causa da JUSTIÇA em que eu acredito”
Imaginem como seria o Brasil se alguns dos nossos políticos tivessem somente uma fração da coragem deste homem.
Continuem orando por Ásia Bibi. A situação continua tão caótica como antes. Ela e a família ainda continuam correndo risco de vida. Por favor, continuem intercedendo diante da presidência da Republica para traze-la ao Brasil.
Abraços e ate breve
Rafik

“Fatos Isolados” porem Generalizados!

“Fatos Isolados” de terrorismo, se generalizam ao redor do Mundo
A melhor defesa que os Muçulmanos no Brasil podem apresentar para defender a INEGÁVEL natureza bélica do Islam, é que os ocorridos são “fatos isolados” e que eles não representam a verdadeira cara do Islam.
Eu repetidamente tenho pedido que algum muçulmano faca uma defesa deste argumento de forma lógica e convincente, mas tudo o que eles me apresentam são chavões e frases desconectadas da realidade.
Eles também acusam a MÍDIA de distorcer a verdade sobre o Islam. So faltava esta. Concordo que a mídia geralmente não apresenta a verdade em vários aspectos, mas neste caso a mídia esta protegendo o Islam mais do que nunca. A mídia reflete os fatos, mas geralmente não inventa os fatos.
Para ser curto e grosso, vou mostrar a vocês, o verso do Alcorão que mais inflama os muçulmanos e os terroristas a cometerem atos de terrorismo. Ele se encontra na Sura 9:29
“Combatei aqueles que não crêem em Allah e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Allah e Seu Profeta (Maomé) proibiram, e nem professam a verdadeira religião (Islam) entre aqueles que receberam o Livro, (Cristãos e Judeus) até que, submissos, paguem o Jizya.”
Este verso da a motivação ideológica para todos os terroristas e bons muçulmanos. Esta religião chamada Islam é totalitária e esta empenhada na destruição das democracias para implantarem a Lei Islâmica Sharia. Notem que a razão que Maomé deu para se COMBATER aos que não crêem em Allah, não se abstêm das proibições do Islam e nem professam o Islam, é puramente RELIGIOSA. Notem que o verso cita especificamente os Cristãos e Judeus que deverão ser combatidos ate que eles sejam subjugados ou paguem o imposto chamado Jizya.
Quando isso acontecera? No dia em que o Islam dominar o mundo. A luta somente acabara quando a lei Islâmica (Sharia) reger o mundo inteiro. Então haverá paz.
Para concluir este assunto quero citar uma das mais respeitadas obras Islâmicas para provar o meu ponto. A luta nunca terminara ate que todos os Judeus sejam aniquilados. Isso esta claro na teologia Islâmica.
A coleção de Hadith de Sahih Muslim numero 6985, traz varias informações importantes sobre o assunto:
“Abu Huraira disse que o Mensageiro de Allah (paz seja sobre ele) disse: Aultima hora (Juízo final) não chegara ate que os Muçulmanos lutem contra os Judeus e os Muçulmanos os matarão, ate ao ponto que os Judeus se esconderão atrás de uma rocha ou de uma arvore, e a rocha ou a arvore dirá: ‘Muçulmanos, ou servos de Allah, tem um Judeu atrás de mim; venha e o mate’; Mas a arvore Gharqad não dirá isso, porque ela é uma arvore dos Judeus.”
Primeiro, esta tradição acima é a maior garantia e a maior motivação do Hamas e todos as organizações terroristas que um dia eles irão erradicar os judeus de Israel. Se Allah prometeu quem sao eles para duvidar?
Segundo, esta tradição fala do FINAL DOS TEMPOS, dando a entender claramente que a guerra ira durar ate o final da historia como nos a conhecemos. Não existem chances das coisas mudarem porque o deus do Islam prometeu que não haverá paz ate o final.
Terceiro, na teologia Islâmica, as arvores e as pedras, comida, animais e insetos falam. Já discutimos isso no artigo Mohamed e a formiga falante.
Porem o mais trágico neste tradição é ver que os Muçulmanos estão condicionados a odiarem um grupo de pessoas (Cristãos) ou um povo (Judeus) somente pelo fato deles nao crerem no seu profeta ou serem Judeus.
Mas será que isso é um fato isolado?
Acabei de ler a noticia que um jovem PROTO-TERRORISTA SOMALI de 19 anos, chamado Mohamed Osman Mohamud, que reside em Portland no Oregon acabou de ser preso porque planejava explodir um carro bomba no meio de uma rua movimentada, durante as comemorações do feriado. Ele disse que SONHAVA em fazer isso desde os 15 anos de idade. Eu te pergunto: De onde veio tal motivação terrorista? Do Alcorão, logicamente.
Ao ser preso ele gritava “Allahu Akbar!” que em árabe significa literalmente “Allah é o MAIOR”.
Alguém pode dizer que este é seguramente este foi um fato isolado. O que levaria este jovem rapaz a fazer isso? Seria a injustiça social que ele sofre nos Estados Unidos? Será que ele não teria uma vida melhor se ele estivesse na Somália, um pais Islâmico que “oferece tantas oportunidades de emprego, moradia, educação e segurança publica”?
Se este foi um fato isolado, será que temos outros? Não se pode fundamentar uma ideologia terrorista em um caso de um jovem africano que procura matar o maior numero possível de pessoas. CERTO? ERRADO! Ele se junta a galeria de HERÓIS ISLÂMICOS que se inspiraram no exemplo do Profeta Maomé, na literatura Islâmica e nas conquistas Islâmicas dos últimos 1400 anos.
Um deles é Umar Farouk Abdulmutallab. Um Nigeriano MUÇULMANO que tentou EXPLODIR o AVIÃO da Northwest, vôo 253, que ida de Amsterdã para Detroit. Ele foi enquadrado em seis crimes, incluindo tentativa de usar armas de destruição de massas e tentativa de assassinato de 289 pessoas.
Outro que foi inspirado pelos ideais Islâmicos é o Faisal Shahzad. Um outro terrorista Islâmico de apenas 31 aninhos de idade, que tentou EXPLODIR UMA CARRO BOMBA no centro da TIMES SQUARE em Nova Iorque no dia 1 de Maio, 2010. Ele queria matar centenas de pessoas e foi enquadrado no crime de tentativa de usar armas de destruição de massas.
Logicamente isso não tem nada a ver com os 18 terroristas Muçulmanos que foram presos no Canadá que pegaram 10 anos de prisão por tentarem explodir lugares como o Parlamento Canadense. Este grupo também recrutava outros “muçulmanos pacíficos e bem intencionados” que tinham pontos de vistas semelhantes ao deles. Mas todos estes são fatos isolados. Claro!
Outro fato isolado de Muçulmanos terroristas é aquele caso dos terroristas que foram presos na Itália. Eles simplesmente estavam procurando atacar o METRO de MILÃO e a Igreja Catedral. Depois de serem condenados por terrorismo eles foram expulsos do pais. Será que estes são fatos isolados que não servem de base para dizer que o Islam é o denominador comum entre eles?
Outro fato isolado aconteceu na Arábia Saudita, a mãe do Islamismo. As autoridades Sauditas anunciaram a prisão de 149 membros da Al-Qaida que estavam planejando atacar civis e o governo Saudita. Nem eles escapam da maldição que eles criaram.
Outro fato isolado aconteceu Alemanha, Holanda e Bélgica com a prisão de 10 terroristas Islâmicos. Um grupo de JIHAD que residia em Antuérpia (famosa pelos diamantes e pela grande concentração de Judeus na cidade) recrutava mais “gente boa” como os acima citados para participar de atividades terroristas.
Me parece que estes FATOS ISOLADOS estão cada dia mais GENERALIZADOS, vocês não acham? Se nos não agirmos rápido, “a moda” se espalhara pelo Brasil, se já não for tarde demais.
Abraços do Rafik

GRAVE DENUNCIA... a Verdade esta vindo a tona.


A verdade esta aparecendo... uma questão de tempo...

Brasileiros estão sendo recrutados e treinados para serem terroristas.

Grupo de 20 brasileiros viajam a país Islamico a convite de organizações Terroristas:

Saiu na Folha:

Brasil vigia suspeitos de elo com extremistas no Irã


DE SÃO PAULO
O governo Lula monitora há três anos um grupo de brasileiros suspeitos de ter recebido instruções e dinheiro de organizações islâmicas para desenvolver atividades ou núcleos terroristas no país, informa reportagem de Lucas Ferraz, publicada neste domingo pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Segundo a reportagem apurou, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso, que também é acompanhado pela Abin, órgão de inteligência ligado à Presidência. Os brasileiros são monitorados desde que o governo recebeu um informe da CIA, o serviço secreto dos EUA.
O despacho informava que esse grupo, de cerca de 20 pessoas, viajou em 2008 ao Irã com o suporte logístico do Hizbollah e da Jihad Islâmica, milícias que não reconhecem o Estado de Israel e que são consideradas terroristas por vários países.
A CIA acredita que esses brasileiros não foram escolhidos a esmo para ir ao Irã, mas sim recrutados para aprender como montar células políticas e/ou armadas.
A Folha apurou que os suspeitos --todos convertidos ao Islã-- são de cidades do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Estados do Nordeste. Eles viajaram em duas datas diferentes a Teerã, capital iraniana.
Leia a reportagem completa na Folha deste domingo, que já está nas bancas.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/840819-brasil-vigia-suspeitos-de-elo-com-extremistas-no-ira.shtml
O Rafik responde ao artigo:

"Latino" Converte ao Islam e torna terrorista

Gente,
O que não se ensina HOJE, se torna heresia AMANHÃ. A noticia abaixo não me surpreende! Por que a Igreja não ensinou sobre o ISLAM.

Se voce quer conhecer os verdadeiros valores de uma religião ou de uma filosofia de vida, olhe para aqueles que acabaram de se converter a esta religião. Geralmente os NOVOS convertidos, são os que estão cheio de paixão pela nova filosofia.

O comportamento destes "novos membros" irão refletir muito daquilo que lhes foram transmitidos como os VALORES da nova religião. O ISLAM fala por si mesmo!

O que faz um rapaz, que ja tinha "uma ficha suja" se tornar um Muçulmano?

Por que voces acham que eu fui ameacado de morte varias vezes por alguns brasileiros convertidos ao Islam?

Por que voces acham que alguns muçulmanos convertidos AMAM outros terroristas?

O que levou ANTONIO MARTINEZ a escrever no seu facebook: "Qualquer um que se opõem a ALLAH e o SEU Profeta (paz seja sobre ele), EU TE ODEIO com todo o meu coração" - "Any 1 who opposes ALLAH and HIS Prophet Peace.Be.upon.Him. I Hate u with all my heart"

Eu so tenho uma resposta: A vontade de ver sangue correr. Eles estão simplesmente seguindo o ENSINO DE MAOME. Nada mais, nada menos.

Sera que este é um CASO ISOLADO como sempre ouvimos os muçulmanos dizerem?

Voces nao se lembram do caso JOSE PADILHA? http://www.cbsnews.com/video/watch/?id=3175960n, outro LATINO convertido ao Islam que se tornou um terrorista?

Quem tem ódio no coração sempre procurara meios de expressar este ódio juntamente com outros que nutrem seus ódios.



Que na prisão, este terrorista, possa se arrepender e reconhecer o Amor de Deus em Cristo Jesus. Oremos pelos Muçulmanos espalhados ao redor do mundo para que a Luz do Evangelho de Cristo possa brilhar nas suas vidas.
Rafik

Conceitos Basicos sobre o Islã

Como o islamismo está hoje ganhando cada vez mais espaço nas manchetes da mídia secular e cristã, eu gostaria de dar uma olhada em algumas perguntas bastante freqüentes sobre o islamismo.

Os cristãos e os muçulmanos cultuam o mesmo Deus?

Quando você tenta conversar com qualquer muçulmano sobre os fatos do islamismo, quase com certeza ele dizer a você que nós cultuamos o mesmo Deus, mas usando diferentes nomes e maneiras. Infelizmente, muitos cristãos, especialmente no ocidente, acreditam nisso. Mas, a verdade é que de fato nós não cultuamos o mesmo Deus. Permita-me explicar-lhe esta verdade com mais detalhes.
O Alá do islamismo não é o Pai. Ninguém ousa ter um relacionamento pessoal com ele, falar com ele, e amá-lo, como mencionei em meu artigo de outubro. Mas, Jesus ensinou a orar ao "Pai nosso que está no céu" (Mateus 6.9).
  • Alá não é o Filho. Para um muçulmano não existe a necessidade da Trindade porque Deus pode ordenar a qualquer coisa que seja e ela será (*Sura 4:171, 5:73, 5:116). Os muçulmanos acreditam ainda que Jesus foi criado do pó exatamente como Adão (Sura 3:59).
  • Alá não é o Espírito Santo. O Espírito Santo no Alcorão é o anjo Gabriel.
  • Alá não é amor. O amor não é mencionado entre os 99 nomes mais bonitos de Alá.
  • Alá pede aos anjos que adorem Adão (Sura 2:31-34).
  • Alá não quer redimir o ser humano, mas insiste em encher o inferno com todos eles. Ninguém vai escapar dele para sempre (Sura 15:43,44).
  • Alá permite jurar (Sura 89:1-5, 91:1-9, 95:1-4).
Há muitas outras diferenças entre Alá e o nosso Pai celestial. Queridos cristãos, os muçulmanos precisam de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.

O ISLAMISMO JÁ EXISTIA ANTES DE MAOMÉ?

Antes de podermos responder a esta pergunta, precisamos primeiro dar uma olhada nas definições de islamismo e muçulmano. Islamismo é uma palavra árabe que originalmente se referia a um atributo de masculinidade e descrevia alguém que tivesse agido com heroísmo e bravura na batalha. Segundo o Dr. M. Bravmann em sua obra The Spiritual Background of Early Islam (Histórico Espiritual do Islamismo dos Primeiros Dias), islamismo é "um conceito secular, denotando uma virtude sublime aos olhos do árabe primitivo; desafio à morte, heroísmo; morrer na batalha".


Nos dias de Maomé, um muçulmano era alguém que lutava com outra pessoa e a dominava. Hoje, muçulmano é alguém que se submete a Alá e islamismo significa submissão a Alá. Portanto, a resposta à pergunta é sim; de acordo com estas definições, o islamismo já existia.

O NOME ALÁ JÁ EXISTIA ANTES DE MAOMÉ?

Apesar do muçulmano, na média, crer que o islamismo, Alá e o Alcorão são conceitos revelados do céu a Maomé, através do anjo Gabriel, a resposta é sim. O islamismo, Alá e grande parte do Alcorão já existiam antes de Maomé. O pai de Maomé chamava-se Abed Alá, que significa "escravo de Alá".


A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca. Também já existia em Meca a pedra negra, por causa da qual as pessoas peregrinavam para Meca. Os peregrinos beijavam a pedra, prestando culto a Alá por meio dela. Segundo a Enciclopédia Chamber’s, "a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios deuses, freqüentemente representados por pedras. Em muitos lugares haviam santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Kaaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração.

Quem era Alá nos dias de Maomé?

Alá era o deus lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma deusa feminina que era a deusa sol e um deus masculino que era o deus lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três deusas chamadas "as filhas de Alá", cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a deusa sol eram conhecidos como os deuses supremos. Alá, Allat, Al Oza e Akhbar eram alguns dos deuses pagãos.


No chamado muçulmano para a oração, os muezzin clamam "Allah u Akbar", que significa Alá e Akbar. Os muçulmanos afirmam que não estão orando a Alá e Akbar, mas dizendo "Alá é grande".

No começo, Maomé deixava os seus seguidores prestarem culto a Alá, o altíssimo, e pedirem a intercessão de Allat e Al Oza e Mannat. Depois que conseguiu se tornar militarmente forte e bem armado, ele lhes ordenou que somente a Alá prestassem culto.

QUAIS SÃO OS PILARES DO ISLAMISMO?

OS MUÇULMANOS VIVEM A SUA FÉ DE ACORDO COM SEIS "PILARES".

  1. Recitar os dois credos: "Não há outro deus além de Alá e Maomé é o mensageiro de Alá." A simples declaração desta sentença é suficiente para alguém se tornar muçulmano e garantir a sua entrada no paraíso depois da morte, apesar de que todo mundo precisa primeiro ir para o inferno.
  2. Orações: Eles precisam orar cinco vezes por dia, mas primeiro precisam passar pelo ritual da lavagem, se não Alá não ouvirá as suas orações.
  3. Dar esmolas aos pobres (Zakat): Eles têm de dar dinheiro aos pobres, para o estado islâmico, para as mesquitas, etc.
  4. Jejum: Especialmente importante durante o mês do Ramadan, que ocorre em torno da segunda semana de janeiro à segunda semana de fevereiro. Estas datas variam devido ao calendário islâmico.
  5. El Haj: É a peregrinação a Meca para os que podem. A pessoa que completar a jornada passa a ser um haji.
  6. Jihad: A maioria dos estudiosos muçulmanos considera o Jihad (que significa "guerra santa", ou lutar contra os não muçulmanos) o sexto pilar.
Queridos irmãos e irmãs, insisto para que orem para que Jesus Cristo possa manifestar-se aos muçulmanos e para que eles dobrem os joelhos para o nosso Pai celestial, "que deseja que todos os homens sejam salvos cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.4).
Dr Salim Almahdy

Introdução básica ao Islã

I. Histórico

O Islam foi fundado em 622 d.C., na cidade de Madina, Arábia. Seu fundador, Mohammad, nasceu na cidade de Makka, em 570 d.C, num contexto religioso que mesclava animismo, politeísmo, monoteísmo etc. Cristãos e judeus vivam nas imediações. Havia em Makka um santuário chamado Caaba, que conserva até hoje uma pedra negra, considerada sagrada pelos árabes. Alguns desses praticavam a adoração a "Allah" , porém, este era visto como um deus tribal, sem caráter universal.

Em 610 d.C., aos quarenta anos, Mohammad, enquanto meditava numa caverna, teria recebido a visita do anjo Gabriel (Jibril, em árabe), que lhe revelou o que hoje é conhecido como o Alcorão (veja Escrituras). Começou a pregar que só havia um único Deus, o Juízo Final e que ele era o derradeiro mensageiro de Deus, o restaurador da religião verdadeira que há muito havia desaparecido. Essa pregação trouxe forte oposição de seus contemporâneos. Isso levou Mohammad a fugir para Madina, em 16 de julho de 622. Esse acontecimento, conhecido como Hégira (migração), marcou o início do calendário muçulmano.



Nessa cidade ele estabeleceu sua doutrina, recrutou adeptos e construiu a primeira mesquita. Em 630, com seus seguidores, entrou em Makka, submetendo-a, sem combate, à nova fé. Sua primeira atitude foi destruir os ídolos da Caaba. Morreu dois anos depois, aos 63 anos. Antes disso, a maior parte da Arábia já era muçulmana.



Atualmente o Islam é a segunda maior religião do mundo – depois do Cristianismo – contando com cerca de 1 bilhão de adeptos. A sede no Brasil fica em São Bernardo do Campo, SP. Sua população não passa dos 50 mil adeptos, segundo os últimos dados fornecidos pelo pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Censo Demográfico de 1991).

II. ESCRITURAS

O Alcorão (literalmente: recitação) é a autoridade primeira do Islam, que ensina ter Deus revelado cada palavra através do anjo Gabriel a Mohammad, que era analfabeto. Este teve de memorizar todas as palavra, ditando-as aos seus discípulos. Depois de sua morte, um grupo de escribas começou a assentar tudo por escrito. O resultado final é uma obra contendo 114 suratas (capítulos). Há extensa citação (indireta) tanto do Antigo quanto do Novo Testamentos (embora apregoe que estas obras literárias tenham sido corrompidas através dos séculos). A segunda fonte de autoridade para os muçulmanos é a Sunna, a coleção da tradição das declarações e dos feitos de Mohammad, apresentados em forma de hadis (breves narrativas).

III. DEUS

A fé Islam é essencialmente monoteísta (Hanif). Sua concepção da unicidade de Deus, leva-a a rejeitar a crença cristã na doutrina da Trindade, afirmando que esta deturpa o monoteísmo bíblico. Diz que os cristãos "inventaram a Trindade ou a copiaram da idolatria pagã".

IV. JESUS CRISTO

Jesus é respeitado e reverenciado no Islamismo como um dos maiores mensageiros de Deus para a humanidade (Mohammad é o maior e o último deles). Crêem que nasceu da virgem Maria, contudo, ele não pode ser considerado "Filho" de Deus num sentido especial como o Cristianismo atribui. Negam também sua divindade, bem como sua morte na cruz, e assim, conseqüentemente, negam seu sacrifício vicário e a redenção do gênero humano por meio de sua morte, que são sustentáculos do Cristianismo. Isso se dá devido ao fato de que o retrato feito de Jesus no Alcorão é baseando nos evangelhos apócrifos – que foram rejeitados pelo Cristianismo – e não nos canônicos (Mateus, Marcos, Lucas e João). A idéia da Encarnação (veja Cristianismo – Jesus Cristo) parece aos olhos dos muçulmanos como algo degradante, diminuindo a transcendência de Deus.

V. ESPÍRITO SANTO

Os eruditos muçulmanos dizem tratar-se do anjo Gabriel. Crêem também que as palavras de Jesus referentes ao Espírito Santo sejam aplicadas a Mohammad. Este seria o Consolador, o Espírito da verdade, que Jesus havia profetizado no Evangelho de João, cap. 16, vv. 12 e 13.

VI. SALVAÇÃO

A salvação no Islam depende da aplicação dos cinco pilares sobre os quais o Islam está fundamentado, a saber: a fé (chahada), a oração (salat), a caridade (zakat), jejum (siyam) e a peregrinação à Makka (hajj). — Veja Vocabulário.

VII. VIDA APÓS A MORTE

O Islam prega a sobrevivência da alma após a morte física e o Dia do Juízo Final. Antes do Juízo, porém, os mortos vão para um lugar ou estado intermediário, conhecido como Barzakh, onde os justos vivem períodos de felicidade e os ímpios de sofrimento. Ambos aguardam a ressurreição no Juízo Final. Os que reconheceram que "não há outra divindade além de Deus, e que Mohammad é seu mensageiro" — esse é o resumo de tudo o que o muçulmano deve crer — receberão as alegrias do Paraíso eternamente e contemplarão a Deus. Os que não viveram de acordo com essa profissão de fé serão lançados no inferno. Quanto ao inferno, os peritos muçulmanos divergem em relação à durabilidade do castigo: para alguns, Deus poderá perdoar todos os pecados dos infiéis, com exceção da descrença em Deus; para outros, contudo, haverá a salvação universal, ou seja, todos serão perdoados, até mesmo o que cometeram o pecado da descrença em Deus.

VIII. INFORMAÇÕES ADICIONAIS


  • Nega a idéia de pecado original, pois crê que a pureza é inerente ao homem, que, ao corromper-se, pagará por seus pecados pessoais.
  • O Islam possui um calendário próprio, que tem como marco inicial a Hégira, ou migração, de Mohammad de Makka para Madina. Sendo assim, eles contam o ano de 622 d.C. como o ano 1 H. Seu calendário é o lunar; tendo seu ano, portanto, 354 dias.

IX. VOCABULÁRIO

  • Caaba – sagrada mesquita muçulmana em Makka; também designa a pedra negra sagrada que se encontra no interior dessa mesquita.
  • Califa – nome dado aos sucessores de Mohammad.
  • Chahada – literalmente: "testemunho"; é o primeiro dos cinco pilares do Islam (sua profissão de fé): "Não há divindade além de Deus e Mohammad é seu mensageiro".
  • Hajj – O quinto pilar do Islam, que consiste numa peregrinação anual à cidade sagrada de Makka (para quem tiver condições físicas e econômicas para isso) ou pelo menos uma vez na vida.
  • Islam – palavra árabe que significa "submissão"; no contexto muçulmano, significa "submissão ou entrega total a Deus"; no contexto histórico, refere-se à religião iniciada por Mohammad.
  • Jibril – nome árabe para o anjo Gabriel, que supostamente forneceu a Mohammad a "revelação" (Alcorão).
  • Mesquita – local de adoração dos muçulmanos (masjid, em árabe).
  • Ramadan – mês do calendário Islam em que os adeptos devem jejuar, pois nesse mês Mohammad teria recebido a "revelação".
  • Salat – orações obrigatórias que os muçulmanos devem praticar cinco vezes ao dia; são recitadas em árabe, contendo versículos do Alcorão. É o segundo pilar do Islam.
  • Siyam – é o quarto pilar do Islam, o jejum, que deve ser observado durante todo o mês de Ramadan, do nascer ao pôr-do-sol, seguido da abstenção de comida, bebida e dos relacionamentos sexuais.
  • Surata – cada capítulo do Alcorão.
  • Zakat – literalmente: "purificação"; é o terceiro pilar do Islam, consistindo na prática obrigatória se de dar uma porcentagem do que se ganha ao Islam para sua propagação e outros fins.

Pr. Aldo Menezes



Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).